Hello folks! (tradução abaixo)

Happy Easter! It’s holiday now, but since I don’t have classes on Thursdays and Fridays anyway, it’s not all that different from usual. But, less homework because a lot of people go home to their families, which, in Brazil, can take longer than for me to get home to The Netherlands! One friend is going back to her hometown, Rio Paranaíba, and that takes 12h by bus; the equivalent length of my flight back to Europe. And it’s not even that far away from Viçosa, in relative terms (size of country). But I’m staying in Viçosa, as it’s not a very long holiday and I do still have things to do (besides un-stressing and playing games). And the city is calm and silent. I can actually hear the crickets chirping!

So, it’s a month exactly since I started the second semester of my studies, and it’s gone pretty good so far. This semester has more work in terms of classes, but it doesn’t really feel more difficult. The reason behind this is because I’m becoming more familiar with the place, Brazil and the language, which has/is removed/ing a big part of the initial stress I had. I also no longer feel like a total outsider, as I am able to be around people, understand most of what they’re talking about, and even contribute somewhat to the discussion. In fact, during the past few week, I’ve regularly been showered with praise for how well I’m coming along with speech. And I’m happy to say that, after just half a year of presence in Brazil (Christmas holiday notwithstanding), I’m actually feeling quite confident talking to people. I’m still probably completely destroying their language when I’m speaking fast and not thinking too much about the rules, but people do understand, so who cares! The fact that I’m able to pour out a bunch of (relatively) coherent words without thinking too much (i.e. it’s coming quite naturally) feels reassuring.

The problem with beginning to integrate is that I’m facing a dilemma I haven’t really had before. Back in Europe, I thought home is where I am, and I still do, but the problem is when I suddenly feel at home in two places at once. It’s kind of a one-foot-on-each-boat-as-they’re-drifting-apart feeling. Which boat to jump to? Or will I just end up floating in between? This didn’t happen when I moved from Hong Kong to Finland, because Hong Kong never really was my home with no family or friends to speak of (also I was quite young, around 5, when my adoptive parents moved back to Finland with me). So, this is a new feeling for me, even with all prior travels and moving experiences. Also, Brazilians are nice, always helping and having patience with a foreigner like me, so some people feel quite close.

I think I’ll try to wrap it up around here by leaving you some photos I shot a few days ago (see end of of this post). I’ve tried to do this before, but thunderstorms here are usually quite quickly moving on and hard to catch on film, so this is the first time I manage to catch some lightning bolts. Anyway, until next time!


Olá pessoal!

Feliz Páscoa! Agora está feriados, mas já que não tenho aulas na quinta e sexta de qualquer maneira, não é tão diferente de usualmente. Mas tem menos lições porque muitas pessoas vão pra casa e suas famílias, o que, no Brasil, pode demorar mais tempo do que para mim viajar pra Holanda! Uma amiga foi à cidade natal dela, Rio Paranaíba, que demora 12hs de ônibus; igual ao vôo meu de volta à Europa. E não é muito longe de Viçosa, em termos relativos (tamanho do país). Mas eu fico aqui, pois não é um feriado muito longo e tenho, de fato, coisas pra fazer (além de descansar e jogar!). E a cidade está muito calma e silenciosa. Até posso ouvir os grilos cantando!

Então, exatamente há um mês comeci o segundo semestre dos meus estudos e foi bom até agora. Este semestre contém mais trabalho em termos de aulas, mas não sente-se mais difícil. A razão pra isto é porque estou ficando mais familiar com o lugar, o Brasil e a língua, o que removei/está removendo a grande parte da tensão inicial que tinha. Eu também não me sinto completamente como um forasteiro, já que posso estar com pessoas, entender mais do que estão discutindo, e contribuir um pouco à discussão mesmo! Na verdade, nas semanas passadas fui regularmente elogiado para o quão bem eu estou começando falar. E sou feliz dizer que só depois um meio ano de estar no Brasil (não obstante feriado do Natal), eu, na verdade, me sinto bem confiante falar com pessoas. Provavelmente ainda estou destruindo o idioma quando falo rapidamente sem pensar muito nas regras, mas as pessoas entendem, então, quem se importa! O fato que posso jogar um monte de palavras (relativamente) coerentes sem pensar demais (ou seja, está vindo bem naturalmente), se sente reconfortante.

O problema com início a integração é que eu estou enfrentando um dilema que não tinha antes. De volta à Europa, eu pensei que casa é onde estou, e ainda penso isso, mas o problema é quando eu de repente me sinto como em casa em dois lugares ao mesmo tempo. É um sentido um pouco similar a ter um pé nos dois barcos quando eles estão flutuando em direções diferentes. Saltar pra qual barco? Ou só acabar flutuar entre os dois? Isso não aconteceu quando mudei de Hong Kong à Finlândia, porque mesmo nunca estava minha casa sem nenhuma família ou amigos (também era bastante jovem, 5, quando meus pais adotivos, comigo, mudei de volta à Finlândia). Então, este é um novo sentido para mim, mesmo com todos os viajens anteriores e experiências com mudanças. E os brasileiros são legais, sempre me ajudando a com paciência com um estrangeiro como eu, por isso eu me sinto perto de algumas pessoas.

Acho que vou tentar acabar por aqui e lhes deixar alguns fotos que tirei há alguns dias. Tentei fazer isso antes, mas trovoadas aqui normalmente estão rápidas e difícil tirar no filme, por isso isto é a primeira vez que consegui pegar alguns raios. Até a próxima!

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